quarta-feira, 1 de abril de 2020

Alvorada! Dessa vez a nossa campanha anual de Páscoa foi diferente.

Devido a pandemia que estamos enfrentando, resolvemos ajudar as famílias de uma maneira diferente. 

Distribuímos cerca de 100 kits contendo materiais de higiene e alimentos para famílias carentes de Alvorada

A arrecadação foi rápida, cerca de uma semana, pois além dos itens recebidos muitas das famílias precisavam de informações, pois em certos locais ela demora para chegar e o povo não pode esperar.

Agradecemos do fundo do coração a todos os amigos que ajudaram. 

Não se importaram em nenhum momento qual cor estava organizando a campanha, e sim a quem iriam ajudar.

Obrigado também aos meus irmãos da @alvoradap7  - Núcleo de Alvorada da Torcida Guarda Popular e @popularoficial - Torcida Guarda Popular, ambos do S. C. Internacional. É uma honra caminhar ao lado de vocês!


Fonte! Chasque de Matheus Fonseca, publicado no seu Sítio Facebook, em 01 de abril de 2020.

O impacto da epidemia do coronavírus nos alvoradenses espalhados pelo mundo

O Jornal A Semana conversou com cidadãos espalhados por quase todos os contintes
"Leonardo Ceresa esteve em quarentena até a quinta-feira, 26/03,
após ter realizado exame para saber se estava com o vírus"
(Foto: Divulgação)

A epidemia do coronavírus vem causando milhares de mortos e problemas econômicos, sociais e de saúde pública por onde passa. Existem países onde o pior já passou, como na China; locais onde o ápice ainda está em vigor, como na Itália; e países onde a tendência é que piore, como o Brasil. Pensando nisso, a reportagem do Jornal A Semana procurou alvoradenses espalhados pelo mundo.

O objetivo é compreender as ações que cada país está tomando, como está a saúde pública e os aspectos econômicos nos mais diversos continentes. Apenas o continente africano que não foi possível localizar nenhum alvoradense – até o fechamento dessa edição. Cabe ressaltar que Alvorada já tem dois casos confirmados e muitos especialistas acreditam que o ápice da doença ainda não chegou ao país.

O início de tudo

Os primeiros casos da doença surgiram na China, dentro do continente asiático. Lá, na cidade de Changchun, vive Leonardo Ceresa, 30 anos. Ele conta que o governo chinês trabalhou muito para conter o vírus assim que teve consciência do quão grave era a situação do país. Tanto é que, além das medidas de quarentena e fechamento das cidades, eles construíram um hospital em onze dias.

Ele explica que o controle está sendo feito com as pessoas que estão retornando ao país. “A manobra deles hoje é fazer com que os residentes que estão regressando ao país sejam monitorados pelo governo para que o vírus não retorne. Como a situação na China está controlada, todo estrangeiro que retorna da China é obrigado a fazer quarentena em um hotel do governo”, afirma Ceresa.

A doença também mudou toda a rotina de trabalho do alvoradense, que estava de quarentena até quinta-feira, 26/03. “Eu sou fisioterapeuta em um clube de futebol e o esporte parou no país e a gente não tem a perspectiva de retorno. Tem atletas treinando de casa para seguir os treinamentos. Temos relatos de jogadores que pegaram o vírus e ainda não existe previsão de retorno”, explica o fisioterapeuta.

Para o alvoradense, um dos principais motivos para que a doença tenha sido contida está no isolamento social. “As pessoas são muito submissas e respeitam muito a posição do governo. Quando existe uma regra, ela é obedecida pelos cidadãos chineses. Ninguém saia de casa e fechou tudo. Eles fizeram como deveria ser feito e agora estão conseguindo superar a doença”, encerra Ceresa.

Oceania

Na Austrália mora o alvoradense Moisés Pfluck, que afirma ver nos noticiários sobre as incertezas da pandemia e quando vão parar as construções – ele trabalha nessa área. Já o comércio está parcialmente fechado e com restrições (não pode comer dentro dos ambientes) e os mercados colocaram em vigor horários especiais para atendimento aos idosos que moram no país.

Contudo, ele afirma que a Austrália onde ele reside não se compara ao país onde nasceu. “O Brasil está dando um show para a Austrália de como conter essa pandemia. Aqui apenas essa semana as universidades pararam as aulas. Apenas agora é proibida a ida às praias ou muita aglomeração. Sentimos aqui que o governo é muito fraco em relação a isso, mesmo tendo uma proximidade com a China”, confessa.

E essas mudanças interferiram um pouco na rotina dele, apesar da construção civil seguir normalmente mesmo com a epidemia do coronavírus. “Precisamos reduzir as saídas. Quando vamos ao mercado é direto o que queremos comprar e já compramos para a semana toda. Não fizemos estoque, mas vamos apenas uma vez na semana ao mercado”, afirma.

Ele explica que a Austrália não tem recessão há 20 anos, por ser uma economia muito forte e consolidada, mas que o coronavírus pode interferir na economia. “Como podemos ver no mercado global, as empresas chinesas agora estão voltando ao normal e saindo às compras mundo à fora. E sendo a Austrália um destino muito procurado pelos chineses, é possível que a economia volte ao normal”, conclui Pfluck.

O velho continente

Já Virginia Brum, 27 anos, mora na Irlanda há um ano e dois meses. Ela conta que os noticiários falam do coronavírus diariamente. “Assim como em outros países, tiveram as pessoas que se apavoram mais e não buscam informação. Os supermercados foram esvaziados nos primeiros dias, tinham filas de espera do lado de fora, o álcool em gel e máscara foram os primeiros a acabar”, explica a jovem.

Segundo ela, por causa disso, as redes de supermercados precisaram fazer um comunicado geral avisando que não faltariam alimentos, nem papel higiênico. As escolas e universidades cancelaram as aulas. A grande maioria dos comércios fechou e as empresas estão trabalhando em home office. Todos os bares e pubs serão fechados a partir de 29 de março e o Saint Patrick’s Day foi cancelado.

A alvoradense explica que a maior orientação é a de que as pessoas fiquem em casa o máximo possível e a grande maioria está respeitando isso. “Acredito que o Governo tem se esforçado bastante para conter a epidemia. Talvez eles precisem intensificar, mas por hora, a maioria das pessoas estão respeitando as medidas de contenção.”, salienta Virginia.

A jovem afirma que a situação dos vizinhos deixou a Irlanda em estado de alerta desde o primeiro caso. “Ainda não há uma perspectiva sobre o achatamento da curva, mas se acredita que o pico não será elevado à ponto de superlotar os hospitais e alguém ficar sem atendimento. Algumas pessoas falam que talvez o governo faça como a Itália, e se feche completamente, mas isso é só especulação”, finaliza a alvoradense. 

Continente americano

O lutador de jiu-jitsu alvoradense Líbero Maiato Junior mora nos Estados Unidos devido a sua profissão. Ele conta que os números não param de subir e a tendência é que aumente. Muitos americanos estão se mudando para a Flórida devido as condições climáticas, mas o governador já cogita fechar o estado. “Todos estão vindo para cá com medo coronavírus”, confessa o alvoradense.

Contudo, por mais que os noticiários estejam alertando, existem pessoas que seguem sem respeitar as orientações da Organização Mundial de Saúde. “As pessoas estão ignorando as ordens de ficar em casa, e roda de pessoas eu não vejo pois nós da academia não estamos trabalhando, academia fechada e não fizemos ajuntamento, estamos muito regrados com esse caso de infecções em massa”, afirma Maiato.

Maiato explica que, apesar disso, as empresas e indústrias estão sendo fechadas e o governador liberou verbas de $500 para cada criança e $1.000 para os adultos. Além disso, está sendo distribuído ranchos pela ONU para que os moradores não precisem sair de casa. As multas para quem não respeita a determinação são altas e apenas mercados, farmácias e postos de gasolinas estão em funcionamento.

Ele afirma ainda que o coronavírus vai mudar a rotina dentro das academias. “No trabalho não tem o que fazer porque o contato é direto com o aluno. Não tem como evitar. Enfim vamos cuidar mais para não ter pessoas gripadas no treino. Esse tipo de atenção vai mudar sim, vamos cuidar mais da saúde dos atletas pedindo que fiquem em casa sem treinar caso tenha um resfriado ou gripe”, conclui o atleta. 

Fonte! Jornal A Semana de Alvorada (RS), na sua edição semanal do dia 27 de março de 2020.

sexta-feira, 27 de março de 2020

Alvorada! Esse ano a Páscoa vai ter que esperar!

Infelizmente por motivos da pandemia esse ano não poderemos organizar a nossa tradicional campanha de Páscoa nas áreas carentes da nossa cidade.

Não poderemos ajudar as crianças a ter uma Páscoa mais doce, mas tentaremos ajudar elas e suas famílias a ter mais cuidados com a saúde.

Estaremos arrecadando doações de materiais de higiene como sabonete, sabão, água sanitária, álcool e etc para realizar entrega do material nas áreas mais pobres da cidade.


Junto iremos distribuir panfletos informando a importância do uso desses materiais no atual momento. Pois sabemos que a notícia demora para chegar nessas áreas e quando chegar pode ser fatal.

Caso alguém tenha alguma doação, por favor me chama. Caso queiram transferir a grana, pode ser também, daí depois mando aqui o comprovante das compras.

Qualquer 10 pila ajuda muito.

Itau
Ag. 1625
C/C. 26222-3
CPF 02006436066
Matheus Roque Fonseca


Contamos com a colaboração de todos!

segunda-feira, 16 de março de 2020

Padre Libanor celebra os 70 anos de idade, mas afirma se sentir o mesmo jovem de antes

O religioso está à frente da Paróquia Santo Antônio há 32 anos

"O padre Libanor completou 70 anos de idade e 32 
anos de serviços prestados a Paroquia Santo Antônio"
  (Foto: Guilherme Wunder)
Na quinta-feira, 19/03, o padre Libanor Picetti, conhecido como uma das figuras públicas mais conhecidas do município, completa 70 anos de idade – ele já está há 32 como responsável pela Paróquia Santo Antônio. Para marcar a data, a comunidade presentou o padre com uma túnica roxa, adquirida através do apoio de dezenas de alvoradenses. 

Em entrevista, o padre falou do sentimento em ser lembrado pela comunidade. “Eu fiquei surpreso. Eles me disseram que queriam a palavra antes de começar a missa. Subi ao altar e fiquei quieto. Daí eles falaram e me deram essa túnica que eu não tinha. Na hora eu já coloquei. Isso partiu do povo. Eu não sou muito de festa, mas o carinho deles é lindo”, salienta Picetti.

Prestes há celebrar 70 anos, Picetti brinca dizendo que está completando 30 para 100 e, com um tom leve, fala sobre idade. “Sou um guri novo ainda. Esses dias eu li um livro que dizia que a vida dos 60 aos 70 era bela, mas que, dos 70 aos 80, é a melhor vida (risos). Eu não sei o motivo. Eu deduzo que é nesse momento que a vida se acalma. Estou em uma ótima fase”, confessa o padre.

Ele conta que, dentro da arquidiocese de Porto Alegre só existem cinco padres há mais de 30 anos na mesma igreja – a transferência ocorre quando o pároco completa nove anos. Contudo, ele salienta o sentimento de poder ficar tanto tempo em Alvorada. “Eu sempre digo que, quando alguém fica muito tempo, é possível criar uma família e uma afinidade”, enfatiza o pároco.

Questionado sobre o que queria ganhar de presente, o padre foi categórico ao não pensar em nada material ou pessoal. “Se eu pudesse fazer qualquer pedido, gostaria que os meus paroquianos se dedicassem ao próximo e a caridade, principalmente na criança e no doente. Não quero nada pra mim, mas sim que eles entendam o valor do social”, conclui Picetti.

Histórico

O padre Libanor Picetti nasceu em 19 de março de 1950, na cidade de Garibaldi, no interior do Rio Grande do Sul. Aos 19 anos, entrou para o seminário para estudar e se tornar padre. Na época ele tinha até namorada, mas acabou abrindo mão para poder seguir sua vocação. Ele teve o apoio de seu pai e de seu padrinho para se mudar e começar sua nova vida em Farroupilha.

Antes de vir para Alvorada, em 1988, Picetti também passou pela Capela São Luiz, no interior de Garibaldi. Em seguida foi para São Luís do Maranhão, onde fundou o Albergue João Calábria – que funciona até hoje. Contudo, após um ano voltou ao Rio Grande do Sul, por ocasião do falecimento de seu pai. Mais tarde também perdeu sua mãe Domingas.

Antes de chegar à Paróquia Santo Antônio, esteve à frente da Paróquia São Luiz, em Canoas, quando recebeu o convite do Bispo Diocesano para trabalhar em Alvorada a titulo de experiência, por um período de 15 dias. Por aqui haviam passado quatro padres em dois anos e ele aceitou esta nova missão, chegando a Alvorada em 14 de fevereiro de 1988 – há 32 anos. 

Fonte! Chasque (com o retrato), publicado nas páginas do Jornal A Semana de Alvorada, na edição do dia 13 de março de 2020. Também acessível nos protreiros da internet. Abra as porteiras clicando em http://www.jornalasemana.net 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Alvorada! O pequeno Cauê está precisando de ajuda. Vamos ajudar?

Créditos! Jamile / www.vakinha.com.br       
Buenas gauchada do Rio Grande e de toda esta terra em redor. Este pedido (abaixo) de ajuda nos foi remetido pelo amigo, vizinho e parceiro Wilson Rocha, que conhece a Jamile, sua família e a situação difícil que está passando.

Este chasque está no sítio oficial da VAKINHA. A família está pedindo ajuda para poder seguir com o tratamento do pequeno Cauê e para a família poder se equilibrar novamente e ter novamente um pouco mais de qualidade de vida.

Quem não tem cartão de crédito existe a possibilidade de colaborar via BOLETO. Quem tem muito pode ajudar com mais. Quem tem pouco, pode ajudar com  valor mais modesto e o mínimo aceito pelo sítio da Vakinha é de R$ 25,00. Mas, sempre lembrando, ajude de acordo com o que teu coração mandar....

E para ajudar basta abrir as porteiras clicando em https://www.vakinha.com.br/vaquinha/caue-jamile-araujo-do-nascimento      

Boa sorte Jamile, Cauê e toda família!

Valdemar Engroff - Programa Gritos do Quero Quero da Rádio Acácia FM - a primeira de Alvorada (RS)

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Me chamo Jamile, tenho 42 anos, sou a mãe do Cauê... 

Ele nasceu de 38 semanas em 4/7/2018, um guri lindo, parecia um índio com aqueles cabelos negros escorridos, bochechas rosadas, olhar profundo,era perfeito... 

Jamais pensei que passaríamos tanto trabalho, com sua saúde... Mais ou menos aos 40 dias, ele começou a vomitar em demasia, primeiramente achei que era normal, porque minha primeira filha, também vomitava, mas mesmo assim levei ele no pediatra e foi diagnosticado com refluxo, até aí tudo bem, ouvi dizer que quase todos os bebês, nascem com refluxo, só que daí em diante, não saímos mais dos médicos, hospitais, atendimentos de emergência, e tudo o mais que possam imaginar... 

Até que foi diagnosticado, com esôfago inconsistente, achei que isso teria cirurgia, fizeram eu fazer dieta do leite, porque acharam que ele era APLV (alérgico a Proteína do leite de vaca), até que resolveram tirar o mamá do peito dele, porque fazia mal, ele aspirava para os pulmões... 

Achávamos que havia acabado, só que ele continuou ficando doente cada vez mais, até que finalmente em dezembro, ele foi diagnosticado com disfagia alimentar, seguido de mais duas doenças "recusa alimentar e síndrome aspirativa"... 

Ele não pode tomar um gole de água sequer, ou melhor, nenhum líquido na sua forma original... As comidas tem que ser amassadas, as bolachas e bolos picados em mil pedacinhos, nada pode ser dado nas mãozinhas dele, para ele próprio comer... Ele toma uma medicação em jejum, que é uma cápsula, que não pode ser amassado, nem esmagado, nem triturado, e tem que ser consumido em até 30 minutos, senão perde o efeito... É uma pressão viver assim... 

Resumo da ópera, tive que tirar ele da escolinha. Na verdade nunca foi direito, porque estava sempre doente. Parei de estudar, trabalhar, sair, viver e quase respirar, há quase 1 ano e meio... Estou com quase 20,000,00 de dívidas, eu e o papai dele, não sabemos o que fazer pois moramos de aluguel, estou com  água, luz e etc, tudo parcelado e atrasado, não poderei voltar a trabalhar, até a sua cura. O que pode durar de 6 meses a 3 anos

Então resolvi pedir ajuda, porque realmente estou com medo de ser despejada, todo o começo de mês... Não consigo mais honrar minhas contas fixas e nem pagar o que devo... E ele continua precisando da minha total atenção... Obrigada a todos que puderem nos ajudar...