sábado, 28 de junho de 2014

Momento da Cultura Regional 24! Queres um Mate????

Crédito: www.metrojornal.com.br
Tenho o hábito de começar o dia tomando chimarrão. Vem desde a adolescência, quando vim estudar em Porto Alegre e ajudava a matar a saudade de casa. No interior, era uma tradição praticada por todas as famílias. Começou a se popularizar na capital mais recentemente e hoje é usual vermos pessoas carregando o kit mate nos mais variados lugares. 

Os gaúchos fazem questão também de levar o chimarrão em viagens para diferentes lugares do mundo e do país. Não se importam de carregar mais uma maleta, o que poderia ser classificada como uma tralha extra na bagagem. E aqui, em nossa casa, é um sinal de boas vindas oferecer uma cuia. Os portugueses diriam um “vaso”. Até porque cuia é um objeto gaúcho, feito do porongo. E a bomba é exclusividade nossa. Assim como a água quente. Claro, que nem todos concordam. 

Os argentinos também tomam mate. Os paraguaios tomam tererê. Todos os sistemas são semelhantes. A bebida é compartilhada. Nós, no entanto, nos apropriamos do chimarrão e o elegemos bebida símbolo do Estado. Tenho consciência de que alguns prefeririam a cerveja, o vinho ou a cachaça. Mas é o mate que abre portas para os visitantes. Só que muitos deles, não se arriscam a provar o nosso amargo-quente. E alguns torcem o nariz para a bomba que passa de boca em boca. 

Entre as tarefas que assumimos na Copa do Mundo está a de apresentar o chimarrão e a erva-mate como nossa tradição manda. A Escola do Chimarrão de Venâncio Aires mostra, a partir desta quarta-feira, no Paradouro Gaúcho montado no Cais do Porto, o costume dos riograndenses. Quem passar pelo local poderá aprender como fazer um bom chimarrão e também degustá-lo. E ainda conhecer detalhes da cadeia produtiva da erva-mate que é composta por 250 indústrias, 300 viveiros e 14 mil produtores e gera receita bruta anual de aproximadamente R$ 900 milhões. 

O Paradouro reúne lazer, gastronomia e comércio de produtos da agricultura familiar com a marca Sabor Gaúcho, artesanato típico e alambiques. Outra alternativa para conhecer nossas tradições é o projeto Turismo de Galpão, no Acampamento Farroupilha Extraordinário da Copa no Parque da Harmonia onde oficinas ensinam a preparar pratos típicos que podem ser degustados. Para atrair os visitantes, as oficinas são oferecidas também em espanhol, inglês e na linguagem de Libras. Aposto que as mais procuradas serão aquelas que ensinam a assar um churrasco, um carreteiro de charque e encilhar um cavalo. E montar um chimarrão, é claro. Afinal, ele vem antes ou junto com qualquer outra destas atividades campeiras.

Fonte! Este chasque (texto) é de autoria de Lizemara Prates, publicado no dia 11 de junho de 2014, na coluna AgroMetro, nas páginas do Jornal Metro de Porto Alegre - RS.

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Levamos este chasque para o Momento da Cultura Regional no programa do dia 28 de junho de 2014.  

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Especiais Acácia - BOM DYLAN

Nesta sexta-feira, o astro da música pop Bob Dylan vai inundar o seu rádio, em qualquer lugar desta terra chamada mundo, no programa Especiais Acácia, a partir das 22h30min desta sexta-feira.

O programa será apresentado por Sérgio Pires, produtor e apresentador do programa noticiosa da emissora Acácia Acontece (que vai ao ar todos os sábados, das 18h às 20h).

Não perca nesta sexta-feira, dia 27 de junho, o programa Especiais Acácia Bob Dylan.

Sintonise no prefixo 87,9 ou então pelowww.acaciafm.com.br ou então, abra as porteiras deste sítio do programa Gritos do Quero Quero

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Gritos do Quero Quero realiza programa 100!



Com muito orgulho, neste dia 21 de junho, realizamos o Programa nº 100 Gritos do Quero-Quero (pós oficina radiofônica realizada pelo CONCEC em 2012).
Este programa surgiu pouco depois que a Rádio Acácia FM foi pro ar, tendo nos microfones nas primeiras edições, pessoas abnegadas que militavam no tradicionalismo, dos dois CTGs que fazem parte da fundação do CONCEC.
Eclético Sebastão. No programa ele traz a previsão do tempo.
Lembramos então do seu Ary Fialho e Orivam Boff pelo CTG Amaranto Pereira e do seu Schneider pelo CTG Chilena de Prata. Depois vieram outras pessoas, dos dois CTGs para ocupar os microfones desta emissora da comunidade.  Atualmente ocupam os microfones, o Valdemar Engroff, o Adair Rocha e o Sebastião da Costa.
Adair Está conosco após a última oficina radiofônica do CONCEC
Queremos agradecer a todos que passaram por este emissora, em especial, aos que ao longo deste tempo – 15 anos de CONCEC, usaram os microfones para transmitir a mensagem gaúcha, pilchada, com chasques tradicionalistas deste comunidade, deste Estado e desta terra em redor que chamamos de mundo.
Saudações Tradicionalistas: Valdemar Engroff, Adair Rocha e Sebastião da Costa.
No primeiro retrato, no dia do retorno do programa para a grade da emissora, em 2011, com o diretor operacional Flávio Alves, seu Ary Fialho e Valdemar Engroff.

Momento da Cultura Regional 23! O PATRÃO


  
Presidente Savaris
        O exercício de liderança, em qualquer instância social, apresenta elementos importantes para a realização ou para o crescimento pessoal de qualquer cidadão. De todas as posições de liderança na estrutura do Movimento Tradicionalista Gaúcho a de patrão de entidade é a que mais pode realizar um tradicionalista. É na entidade que se faz a tradição (no conceito de transmitir cultura de uma geração à outra).
          Ser patrão de uma entidade, especialmente daquelas que tenham sede própria e os vários departamentos em funcionamento (artístico, campeiro, esportivo, cultural) é também um grande desafio, pois não basta querer e ter boa vontade, tem que poder e dispor de tempo, de muita paciência e de, não raras vezes, usar do próprio dinheiro para pagar contas e despesas da entidade.
          Arrisco-me a afirmar que nenhum tradicionalista terá plenas condições de aquilatar o Movimento, de dar parecer com precisão, de avaliar a ação de outras lideranças, se não exercer a função de patrão de entidade. Não de qualquer entidade, mas daquelas que tem muitos sócios, atividades diárias e contas a pagar no final do mês. Se alguém é, ou foi patrão de entidade que faz eventos grandes, que realiza rodeios, que leva grupos de danças para rodeios ou para o ENART, que participa ativamente do Aberto dos Esportes, e assim por diante, aí sim poderá melhor dar parecer, criticar e apontar caminhos mais seguros para outros líderes do MTG.
          Tradicionalistas (alguns nem isso são) que emitem opinião, dizem como, quando e de que forma deve ser feito, criticam, julgam, muitas vezes ofendem, sem jamais terem exercido qualquer função de liderança em que tenha sido necessário gastar do próprio bolso, que nunca tiveram que resolver querelas entre associados, que nunca tiveram que buscar parceiros e patrocinadores para garantir sucesso de eventos da entidade (não para si mesmo), esses não contam! Esses que somente veem o próprio umbigo não podem ser mais importantes, mais necessários para movimento do que os patrões.
          O Movimento Tradicionalista Gaúcho está completando quase 70 anos de existência e chegou até aqui graças ao trabalho dos patrões, dos coordenadores, dos conselheiros, dos capatazes, dos presidentes, ou seja, de todos aqueles que deram de si. Que serviram. Que se dedicaram para o bem dos outros e das suas entidades. Não posso crer que o MTG alcançou o patamar que hoje ocupa por conta daqueles que sempre, e a todo momento, se servem do Movimento, cobram para fazer “tradição”, se acham os tais, posam de artistas para exigir isso e mais aquilo, que vivem às custas das promoções dos CTGs.
          Por tudo isso, reafirmo a minha convicção de que os patrões de entidades são as nossas mais importantes lideranças. A eles meu respeito e meu reconhecimento. A eles o crédito do sucesso do Movimento.

          Aos patrões uma mensagem direta e reta: não se deixem abater pelas críticas e cuidem para que suas entidades sejam santuários da tradição.

           Fonte! Este chasque é o editorial do presidente Movimento Tradicionalista Gaúcho, Sr. Manoelito Carlos Savaris, publicado no sítio oficial do MTG/Rs, no dia 18 de junho de 2014. Abra as porteiras clicando em www.mtg-rs.blogspot.com. Fonte do retrato: TV Tradição.

        Nossa Opinião! No programa anterior trouxemos um chasque neste espaço onde abordamos alguns motivos que os jovens tem para abandonar o tradicionalismo, principalmente entre os 17 e 25 anos de idade.... Este chasque de hoje, do presidente do MTG veio a calhar muito bem para que as lideranças tradicionalistas, entre estas os patrões e suas patronagens não tenham atitudes que façam com que os jovens saiam do movimento e dali fiquem afastados.

Levamos este chasque (e a nossa opinião) para o programa Gritos do Quero Quero da Rádio Acácia FM, edição do dia 21 de junho de 2014!

sábado, 14 de junho de 2014

Momento da Cultura Regional 22! Porque os Jovens saíram do Tradicionalismo?

            Vi essa pergunta, ontem, no blog do meu amigo Léo Ribeiro, de uma prenda, sobre o que fazer para trazer o Jovem para o Movimento Tradicionalista, principalmente dos 15 aos 25 anos?
       
      Pois bem, essa pergunta não foi feita para mim, mas vou colocar o que penso. Acredito que só revendo os erros e consertando-os é que poderemos chegar a uma conclusão mais próxima da verdade.
 
E quais são esses erros?
 
            Vamos olhar um pouco para um passado não tão distante, de 20 anos atrás, rever o que foi feito no Movimento e com o Movimento Tradicionalista Gaúcho. 
 
                A juventude do Rio Grande do Sul em toda a sua história foi marcada por rebeldia e pelo não “acabrestamento” que costumeiramente o Movimento fez e ainda faz, mas alguns fatores foram relevantes para que acontecesse essa demanda dos CTGs, vamos a eles:
 
- A estupidez de alguns Patrões e membros de Patronagens, com a falta de jeito e experiência ao tratar o jovem, muitas vezes tirando gente agarrada e colocadas porta a fora dos bailes, como bichos,  por não se portarem do modo como aquele ou esse Patrão não concorda, sem o direito de uma explicação ou argumentação;
 
- O despreparo de Patrões e Patronagem, que muitas vezes davam mais valores a certas classes sociais e menosprezando outras, mais pobre, mais humildas, menos abastadas; 
 
- O uso de muitas entidades tradicionalistas somente para o “ego” de pessoas despreparadas e sem conhecimento cultural, histórico e musical, que aproveitaram a situação para cargos políticos e eleitoreiros;
 
- A falta de investimento no dia a dia de uma entidade, como local de encontros de jovens, investimento em músicos locais, com festivais amadores, espaço para estudos, para debates. Chamando os jovens, dando-os importância no meio cultural e artístico;
 
- Por muito tempo, todo o investimento de um CTG são nas invernadas de danças e em rodeios, que só mantém o jovem no CTG por um ego pessoal e não pela cultura que pode trazer;
 
- A soberba e arrogância de gente despreparada que desfilam sua ignorância pelos quatro cantos do Tradicionalismo, se achando mais e maiores que a própria história e o próprio Movimento, fazendo com que a pessoa humilde prefira ficar de fora de um CTG;
 
- A alta valorização das pilchas usadas nos anos 80 e 90, onde uma prenda concorria com a outra em seus vestidos extravagantes e luxuosos, aveludados, fazendo com que, quem fosse de uma classe menos abastada se retirasse da sociedade;
 
- A exigência de alguns Patrões na contratação de Grupos muito valorizados e com bailes muito distante, de 3 em 3 meses, não fazendo com que o jovem tenha uma continuidade dentro da entidade;
 
- A ausência de um Movimento que deveria estar mais próximo das entidades para auxiliá-los e não ficar criando regras e normas para vender livros e sustentar falsos pesquisadores, historiadores e gente que vive as custas de entidades falidas;
 
- E a PRINCIPAL de TODAS a quantidade de REGRAS E NORMAS feitas, sem um estudo prévio, sem conhecimento e por gente que vive ha ANOS dentro do Movimento, sem nunca prestar conta aos seus filiados, desfilando seu ego pela imprensa e de peito estufado como se fosse autoridade em conhecimento e sociedade;
- A combinação de luxo, arrogância, falta de conhecimento da cultura e catação de dinheiro, por parte do Movimento Tradicionalista, onde não lembra de fazer debates com pessoas de todos os níveis sociais e culturais na busca do que deve fazer para melhorar, chamando a todas as camadas e não só ouvindo pessoas ultrapassadas e antigas, que só olham para si mesmo, como se o MOVIMENTO não pudesse se Movimentar;
 
            Muitas coisas poderiam serem diferentes, mas o espaço é pequeno para citar, mas o essencial é terminar com a POLITICAGEM, infiltrada dentro do Movimento Tradicionalista e dos CTGs, onde um Patrão é escolhido pelo carro que tem ou pela quantidade de gado que pode emprestar para um rodeio, isso é do conhecimento de todos e os jovens diferentes, das crianças e dos mais idosos, se importa muito com isso, pois, muitas vezes, se dá conta que está sendo usado como tropa empurrada a esmo e por não concordar com essa forma de politicagem e escolha, preferem se retirar. 
 
            Foi por isso que me retirei a anos e certamente, quais à mim, tem centenas, milhares, milhões de Homens que um dia foram jovens e viram isso, sem nunca poder fazer nada, saíram fora de um MOVIMENTO que morreu nas sua própria arrogância.
 
             Embora não tenha sido perguntado, espero que possa ter respondido, pelo menos em parte,  a pergunta dessa prendinha.
 
Fonte! Chasque de Paulo Ricardo Costa, publicado no seu sítio Entre Mates e Guitarra, no dia 09 de junho de 2014. Abra as porteiras clicando em www.entremateseguitarra.blogspot.com.
 
Levamos este chasque para o Prorgama Gritos do Quero Quero da Rádio Acácia FM, edição do dia 14 de junho de 2014.

sábado, 7 de junho de 2014

Momento da Cultura Regional 21! Colmar Duarte passa a integrar a Academia Rio-Grandense de Letras



Colmar Pereira Duarte, que neste 22 de maio completou 82 anos, nasceu em 21 de maio de 1932, no interior do município de Uruguaiana, RS. Filho de Luiz Duarte Júnior e de Alice Pereira Duarte. Poeta, escritor, compositor; tem trabalhos publicados e outros inéditos, na área de pesquisa, ensaio, teatro, romance, conto, poesia, dança, desenho e folclore, com incursões no rádio e no cinema.
Tem onze livros editados: Sesmaria dos Ventos- poesia (1979), Cancha Reta -narrativa em verso (1986), Cardo -poesia (1993), Tempo de Viver-poesia (2000), Califórnia da Canção Nativa – Marco de Mudanças na Cultura Gaúcha -ensaio (2001), este, em co-autoria com José Edil de Lima Alves, Romanceiro da Salamanca -poesia (2002), O Jardineiro Cego & Mamboretá -poesia (2004),O Correntino e Outros Causos-contos (2006), Centauros de taquara-novela (2007), Corações de arame-romance(2008)e Água de Sanga-poesia(2009). Também com o título " Tempo de Viver", no ano 2000 lançou um CD com 14 poemas de sua autoria declamados por Pedro Júnior.
É autor de obras para balé, criadas especialmente para o Balet Brandsen, de Buenos Aires (Argentina), como Curuzu Gil e Garibaldi e Anita, e de uma transposição para balé da Lenda da Salamanca do Jarau, apresentada em Cosquin – república Argentina – em 1976, como convidada especial da Noite de Integração Americana. Esta obra, em 1974, foi apresentada na Califórnia da Canção Nativa, em Uruguaiana, e em breve temporada em Santa Maria, e no Teatro Leopoldina, em Porto Alegre. O balé da Salamanca do Jarau é considerada a primeira co-produção brasileiro-argentina para teatro. Tambem no teatro, foi premiado com a peça denominada Fogões do Rio Grande, apresentada na Primeira Festa Nacional de Lã.
É autor de várias letras de canções gravadas e de outras tantas inéditas. Fundador do Grupo de Arte Nativa "Marupiaras" que obteve vários prêmios na Primeira Califórnia da Canção Nativa, inclusive a Calhandra de Ouro, como vencedor do festival.
Foi Patrão (presidente) do Centro de Tradições Gaúchas Sinuelo do Pago, do qual é Sócio Benemérito. Presidiu o Conselho de Cultura, foi Coordenador de Cultura e Diretor do Centro Cultural de Uruguaiana. É membro do Instituto Histórico e Geográfico desse município. É membro do Conselho da Califórnia da Canção Nativa do Rio Grande do Sul. Possui diversos trabalhos de pesquisa sobre temas gaúchos, muitos já publicados em jornais e revistas, outros ainda inéditos.
Organizou o Museu Crioulo do Centro Cultural de Uruguaiana. Acrescentou ao patrimônio do CTG Sinuelo do Pago, o acervo do "Museu do Piá" - único em seu gênero - que recebera de Glaucus Saraiva. Na década de 80, foi um dos dez autores gaúchos, escolhidos pela Fundação Padre Landel de Moura (Feplam) para participar do projeto denominado "Os Imortais do Rio Grande".
É o idealizador e um dos criadores da Califórnia da Canção Nativa do Rio Grande do Sul. São de sua autoria o projeto, o primeiro regulamento, a criação das Linhas, o nome e o troféu-símbolo – A Calhandra de Ouro. É membro da Comissão Bi-nacional pelo Meio Ambiente – Uruguaiana/Paso de los Libres. É um dos fundadores da Associação de Escritores Sem Fronteiras,que reúne literatos da Argentina, do Uruguai e do Brasil, no interesse de uma efetiva integração cultural. Pertence à Academia Uruguaianense de Letras.
Entre os Prêmios recebidos encontram-se:
1970 – Primeiro Prêmio de Folclore - Associação Literária –Uruguaiana
1970 – Primeiro Prêmio em Música - Concurso Estadual – Santa Maria
1970 – Primeiro Prêmio de Fotografia - Concurso Estadual –Santa Maria
1971 – Calhandra de Ouro Primeira Califórnia – Uruguaiana
1980 – Primeiro Prêmio de Poesia Academia de Letras – Uruguaiana
1983 –Trofeu Chasque de Ouro da Poesia Livramento
1991 – Clave de Ouro – Personalidade do Nativismo da Década de 80 – Porto Alegre
1992 – Primeiro Prêmio – Troféu Bento Gonçalves – Triunfo
1995 – Medalha de Ouro do Município Uruguaiana
1999 – Primeiro Prêmio da "Sesmaria da Poesia Gaúcha " Osório
2000 – Troféu "Líderes e Vencedores – Expressão Cultural" Federasul e Assembléia Legislativa– Porto Alegre.
2002 – Primeiro Prêmio da "Carreteada da Poesia" de São Valentim -S. Maria
2003 – Primeiro prêmio do "Seival da Poesia Gaúcha" São Lourenço do Sul.
2003 – Medalha de Mérito Literário – " Aureliano de Figueiredo Pinto" oferecida pela Ass. dos Pajadores e Declamadores Gaúchos. Porto Alegre
2003 – Poeta Homenageado, na "Sesmaria da Poesia Gaúcha" Osório.
2004 ¬-Troféu Cultura Gaúcha – 50 anos instituído pelo Governo do Estado – Porto Alegre.
2005 – Título de "Conselheiro Honorário" do Movimento Tradicionalista Gaúcho –Porto Alegre.
2005 – Troféu Guri Instituído pela Rádio Gaúcha – RBS – Porto Alegre
2005 - Troféu Negrimnho do Pastoreio - Associação Gaúcha Municipalista e Assembléia Legislativa – Porto Alegre
2006 – Presidente de Honra do II Encontro Literário Internacional do Mercosul. Realizado pelo Instituto Literário e Cultural Hispânico Uruguaiana – Paso de los Libres
2006 – Poeta homenageado do Corredor de Canto e Poesia Associação Cultural Nativista Lages – Santa Catarina
2008 – Escritor homenageado pela XVIII Feira do Livro Caçapava do Sul
2008 -- Poeta Homenageado no Pealo da Poesia Gaúcha Alegrete
2008 – Homenageado pela RBS – Com o Troféu Um Homem Além de Seu Tempo
2009 – Medalha do Mérito Cultural Oscar Bertholdo - Bento Gonçalves
Fonte de pesquisa: Jornal OLÁ - Serra Gaúcha. Fonte da matéria: blog do Léo Ribeiro – www.blogdoleioribeiro.blogspot.com. 
Levamos este chasque para o programa Gritos do Quero Quero da Rádio Acácia FM, edição do dia 07 de junho de 2014.