domingo, 20 de agosto de 2017

Programa Show da Comunidade! Quadro O Bolso da Bombacha 017!

Este é o 17º  chasque O Bolso da Bombacha, aqui no programa Show da Comunidade e outros programas da grade da Rádio Acácia FM – a Primeira de Alvorada.

Crédito! www.guaposecia.com.br

O nosso linguajar é o tradicional gauchês, o mesmo que usamos no nosso sítio sobre finanças - O Bolso da Bombacha. É como se estivéssemos ao pé do fogo de chão, tomando um mate ou escutando uma milonga ou então, apreciando o dedilhar de uma cordiona.

E a nossa charla de hoje, foi publicada no sítio O Bolso da Bombacha, no dia 05 de março de 2011, como segue.....: 

Atitude 42! Além de investir, é preciso ler muito! 

Bueno! Uma das coisas que tu deves sempre ter em mente, quando tu passares a fazer parte do universo de pessoas com alguma noção de educação financeira, é ler muito a respeito. São os sítios como o nosso; os sítios dos parceiros; os sítios da grande mídia, que tratam das finanças, da conjuntura econômica, bem como da política, que anda lado a lado nos quatro cantos do planeta, com a economia.

Já se foi o tempo em que o vivente comprava livros ditos best-sellers, que simplesmente eram traduzidos, a maioria do mercado americano, com a realidade americana, ou seja, diferente da realidade brasileira, em todos os sentidos. Mas muitos livros traduzidos para o português são recomendados e devem ser lidos. Entre estes cito dois: Os Axiomas de Zuriche e Pai Rico Pai Pobre.

Mas no nosso país temos obras que tratam das finanças pessoais e da economia como um todo, brasileiras, que tratam da realizada brasileira. Trazem exemplos brasileiros. E apontam soluções que se adequam à nossa realidade

O primeiro livro brasileiro que li foi do ex pobre Gustavo Cerbase: "Casais Inteligentes Enriqucem Juntos". Depois, aos poucos fui comprando outras obras brasileiras.

E a última vez que fui às compras, comprei por atacado. Uma coleção de treze volumes da EXPOMONEY. São obras de fácil assimilação e o que pra mim é muito importante, todos os títulos passam pela coordenação de Gustavo Cerbasi. O custo foi de barbada, pois pelos treze volumes, incluído o frete até o Rio Grande do Sul, foi de apenas R$ 99,90. Olha, não deu R$ 8,00 por obra (oferta relâmpago e imperdível da Submarino).

Destas, já li duas e estou lendo a terceira. Estabeleci uma regra das buenas para a leitura, pois me comprometi comigo mesmo que vou ler todas as obras. Como elas vieram em ordem afabética, pelo título, assim comecei a ler as mesmas.

1 - A Árvore do Dinheiro - obra do catarinense Jurandir Sell Macedo Jr. É um guia para cultivar a tua independência financeira.

Quantas vezes nós ouvimos, quando criança, ou, quantas vezes dissemos para nossos filhos: tu pensas que dinheiro dá em árvore.... Pois o Jurandir traz neste livro o caminho para tu teres uma árvore de dinheiro no teu quintal da vida, com uma gama de oportunidades existentes de investimentos no mercado, comentando as vantagens e desvantagens de cada produto financeiro abordado. Em outras palavras, se dinheiro não dá em árvores, que tal cultivar dinheiro???? Como assim???? Ora..... plantando, regando, cuidando, até frutificar. Em outras palavras: investir, investir e deixar este dinheiro, via mágica, aumentar de valor (mágica dos juros compostos). É um livro que te recomendo, pois é de uma didática das mais buenas, fazendo com que o tédio fique do lado de fora do teu rancho quando tu estiveres lendo o mesmo....
2 - A Bolsa para Mulheres - obra de Sandra Blanco, criadora do sítio Mulheresinvest.

Bueno! Pensei de cara que era um livro somente para mulheres. Até é, pois trata da criação do primeiro clube de investimentos em ações, feito por mulheres e somente para mulheres no país. Em seu teor traz a história do clube, que, teve início com três compras de cotas de R$ 200,00 cada. Este era o, digamos, capital inicial do clube. Além disso, traz relatos de mulheres de todo o país, das mais diversas profissões, que antes nunca imaginavam estar um dia investindo no mercado acionário; que nunca se imaginaram lendo um jornal como o Valor Ecocnômico, ou lendo revistas como a Exame, veículos que tratam das finanças, em especial, do mercado de ações, pois as mesmas davam as suas opiniões na hora de comprar ações de alguma empresa, onde vários fatores eram levados em conta e analisados pelas mesmas.

Para muitos, como para mim, para minha esposa e para as duas filhas (20 e 13 anos), o Clube de Investimentos é a porta de entrada na Bovespa, assim com o curso de danças de fandango é a porta de entrada de muitas pessoas no tradicionalismo gaúcho. Graças a este produto, aqui no meu rancho (na minha casa), estamos na Bovespa num percentual de 100%. Dobramos o percentual dos americanos (que é de em torno de 50%) e estamos dando de relho na realidade brasileira, que está muito abaixo dos 5% do universo populacional.

3 - Estou lendo o terceira obra: A Dieta da Bolsa, de Eliana Bussinger, que faz uma analogia entre comer comer (e engordar) x comprar comprar (e se endividar), ou seja, trata da saúde do corpo e do bolso da tua bombacha....

Valdemar Engroff - o gaúcho taura!

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Nosso comentário!

Já faz mais de cinco anos que postamos este chasque no sítio O Bolso da Bombacha, pois em 2011 a realidade brasileira era uma, tanto na política, bem como na conjuntura econômica. Hoje a situação é bem diferente, começando com a deposição da Presidente Dilma no ano passado, onde o vice presidente assumiu e está sedento para realizar reformas, tais como a trabalhista, previdenciária e talvez tributária. Mas o maior entrave no momento é o desemprego recorde e a consequente crise que assola o país.

Em relação à coleção da Expomoney, as obras foram lidas. Mas o maior evento de educação financeira da América Latina – a Expomoney, teve o seu último evento realizado em dezembro de 2012. O evento era nacional e era realizado a partir de março em praticamente todas as capitais dos estados brasileiros. Infelizmente este evento, que tive oportunidade de participar duas vezes em Porto Alegre, acabou e não surgiu nenhum evento similar para tentar substituí-lo.

Em termos de educação financeira avançamos, pois não se pode parar e é preciso continuar lendo e se atualizando, além de separar periodicamente um pagamento para o futuro, que na minha terra chamam de investimento, para somar aos parcos valores, na velhice, que a aposentadora oficial vai lhe oferecer para viver o resto da vida.

Desde 2008, quando implantamos o nosso plano da virada em nosso rancho (casa), com o implante do orçamento doméstico, a educação financeira nos proporcionou conhecer autores brasileiros da área de finanças pessoais, entre os quais o Everton Lopes, daqui da capital do Rio Grande. E em termos de autores nacionais, temos lido alguns livros do Professor Marcos Silvestre, Eduardo Kalil, Reinaldo Domingues, o próprio Gustavo Cerbasi, entre outros, além dos sítios especializados em diversas áreas de finanças pessoais.

Ainda falta muito para o povo brasileiro entrar de roldão na educação financeira e na administração do seu dinheiro. Acabando com o uso de cheques, cartão de crédito e o famigerado parcelamento sem juros, que não passa de uma utopia, ou melhor, de uma grande mentira.

Baita e cinchado Abraço 

Bueno! Eu sou o tradicionalista Valdemar Engroff, e este é o 17º chasque sobre O Bolso da Bombacha aqui no Show da Comunidade da Rádio Acácia FM, a primeira de Alvorada.  

Este chasque publicamos no nosso sítio sobre finanças pessoais em tom gauchesco - O Bolso da Bombacha e também postamos no sítio do Programa Gritos do Quero Quero. Abra as porteiras clicando em www.programagritosdoqueroquero.blogspot.com

Visite o primeiro e provavelmente o único sítio sobre finanças com abordagem gauchesca, O Bolso da Bombacha, clicando em www.obolsodabombacha.blogspot.com