quarta-feira, 18 de abril de 2012

Pelo Dia do Solo

Quero contar algo que me impressiona desde os tempos de guri. Refiro-me da falta de cuidado que o ser humano sempre teve e infelizmente ainda tem, com o solo, que é a em última análise a terra, o planeta.

Vejam o solo que nos dá a vida, pois é dele que vêm todos os alimentos, direta ou indiretamente, vêm às verduras, as frutas, os cereais. As carnes vermelhas – por certo não vem de onde?  Sabemos que do solo porque os animais que nos dão proteínas dependem dele, do verde, dos grãos, são frutos da terra, igual a nós, pois somos resultantes do que comemos.

Apesar de tudo isso, todos os dias vimos a repetir-se aqui em vários lugares do globo uma prática criminosa nos campos, a coivara, a segunda parte da queima de milhares e milhares de hectares para depois meterem arado, grade e plantadeiras.

Tem uns que não queimam mais, porque a legislação da minguada fiscalização poderá lhes multar, então metem a capina química, veneno que varre como o fogo, tudo que tem no solo, em sua superfície e no subsolo.

Os mais de cinco mil municípios do Brasil, que mantém suas cidades, redutos urbanos, todos estão impermeabilizados pelo cimento e pelo asfalto, sem contar os milhares de quilômetros das estradas, que mesmo na sua maioria precárias, escondem a terra. Mas não paramos por ai, temos os lixões dessas urbanidades que vão atulhar mais outros milhares de hectares no meio rural. E pasmemos, pois todo esse conjunto de atividades que liquida o solo é realizado em nome do progresso, pela civilidade.

Vejo que estamos num brete sem saída, pior, porque todos concordamos que as atitudes desastrosas contra o nosso solo foram necessárias. Daí amigos convido a todos para que junto pensemos de como podemos fazer para estancar os maus tratos com a terra, com o solo a partir de Abril, em homenagem ao dia 15 – O Dia do Solo.

A GAIA é um ser vivo que estamos sufocando a cada geração, não tarda que de algum lado deverá estourar essa panela de preção que imprimimos nela sem nos darmos conta que sem ela não viveremos e nem nossos descendentes, caso não pararmos já de judiá-la além dos desastres ecológicos, com papel, toco de cigarro, latinha, caninho, ferrinho, borrachinha, tampinha, que diariamente, minuto a minuto, jogamos no chão desordenadamente.

Para pensar > Só uma coisa muda outra coisa, uma atitude, então mudemos a nossa em relação ao solo e passemos a cuidá-lo agora, deste instante para sempre, para que amanhã não choremos debruçados nos arados.

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Fonte! Coluna Regionalismo nº 497, por Dorotéo Fagundes de Abreu, do dia 17 de abril de 2012.