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domingo, 27 de dezembro de 2020

Jogador Jean Pyerre promove ação de Natal para comunidade alvoradense

Atleta do Grêmio, natural de Alvorada, foi representado por membros da família e amigos

Foto: Divulgação/Success Sports

Uma ação de Natal, que contou com a distribuição de brinquedos, lanches, cestas básicas e produtos de higiene, alegrou as crianças que estiveram na Sociedade Espírita Simão Pedro no domingo (20).

 Por iniciativa do atleta do Grêmio, o alvoradense Jean Pyerre, a ação solidária entregou 250 kits infantil, com boneca ou bola, acompanhado de um cartão de Natal assinado pelo jogador, que não estava presente por cumprir compromisso profissional com o clube de futebol. Foram os seus familiares, tendo a frente o pai Eduardo, que fizeram a entrega dos presentes a crianças e idosos.

O veículo usado no evento foi emprestado pelo ex-jogador Tinga, idealizador do projeto Fome de Aprender.

Fonte! Chasque (post) publicado no sítio oficial do O Alvoradense, no dia 22 de dezembro de 2020. Abra as porteiras clicando em https://oalvoradense.com.br/jogador-jean-pyerre-promove-acao-de-natal-para-comunidade-alvoradense/

Escola Floresta Mágica apresenta sinais de abandono e Prefeitura não descarta revogar concessão

Contudo, segundo a instituição mantenedora, já se trabalha com projeções para retomar os trabalhos em 2021

"Em visita ao local foi possível perceber que a grama está sem ser cortada há bastante tempo" (Foto: Guilherme Wunder

Em dezembro de 2019, o Jornal A Semana noticiou a inauguração de uma instituição filantrópica de educação infantil. O projeto, desenvolvido pelo Colégio Êxito, iria funcionar em quatro salas do Centro Florestan Fernandes para atender dezenas de crianças. Com isso, havia a expectativa da Secretaria de Educação (SMED) de ampliar as vagas de educação infantil e reduzir o déficit que Alvorada tem.

 Na época, a diretora da instituição, Laura Andrade, explicou que, no convênio, a administração fornece o prédio e a instituição de ensino arca com as despesas de manutenção, reformas e corpo docente que trabalhará no local – esse último será formado pelos professores do próprio Êxito.

A expectativa era de que, a partir de 2020, a de Educação Infantil Floresta Mágica funcione 100% com o Êxito como o mantenedor do projeto. Contudo, devido a pandemia, isso não foi possível. Cabe ressaltar que no convênio assinado, a Prefeitura não repassa nenhum valor por aluno para o Êxito (ao contrário do que acontece nas creches conveniadas).

Parecer do local

Um ano após o anúncio, a reportagem foi ao local para ver como estava o prédio. Contudo, como pode ser visto nas imagens que ilustram essa reportagem, falta manutenção no local. A grama está alta – em alguns locais o matagal supera as janelas – e existem pontos de descarte irregular de resíduos. Além disso, existe uma faixa caída em frente ao portão de acesso de pedestres.

A reportagem contatou a Prefeitura e conversou com o secretário de Governo e Gabinete (SGG), Paulo Ramos. Segundo ele, a administração municipal já havia sido informada sobre o estado do local e estava tomando as medidas cabíveis para solucionar o problema. Entre essas ações está a revogação do decreto de cedência do espaço para que a Prefeitura possa reassumir as atividades do local.

Nota da instituição

Em entrevista, a diretora da instituição, Laura Andrade, informou que a manutenção da escola foi suspensa desde agosto, quando houve um arrombamento e roubo da fiação elétrica. Desde aquele período que a Secretaria de Educação (SMED) foi informada do ocorrido para que o projeto elétrico fosse refeito. Contudo, devido a pandemia e a paralisação das aulas, foi optado por paralisar esse processo.

Segundo ela, como o retorno foi autorizado apenas em novembro, os alunos foram atendidos no prédio da Êxito, onde existe autorização do COE-E, vigilância sanitária e Prefeitura. “As famílias trouxeram eles para Êxito até fechar o ano letivo que foi encerrado na sexta-feira com uma atividade final de fotos, presentes de natal e formatura de gabinete para os pequenos da pré-escola”, salienta Laura.

Ainda conforme a diretora, a expectativa é manter a parceria e iniciar as matrículas em 2021. “Combinamos com o prefeito que as tratativas seriam a partir de janeiro e que existe a vontade de ambas as partes para continuidade do projeto que atendeu 146 crianças carentes em 2019 e 120 em 2020, 100% custeado pela nossa instituição sem recursos oriundos da Prefeitura e sem qualquer tipo de convênio”, finaliza a diretora. 

Fonte! Chasque (post) publicado nas páginas do Jornal A Semana de Alvorada (RS), na edição do dia 24 de dezembro de 2020. Também acessível nos potreiros da Internet. Abra as porteiras clicando em http://www.jornalasemana.net/noticias/educacao/escola_floresta_magica_apresenta_sinais_de_abandono_e_prefeitura_nao_descarta_revogar_concessao_/9105

O alvoradense que tem sua música em um álbum da Califórnia da Canção Nativa

"Para o futuro, o músico projeta o lançamento de seu novo álbum, que já está em produção" (Foto: Guilherme Wunder)

O mês de dezembro é conhecido pelos tradicionalistas como o mês da Califórnia da Canção Nativa. O evento é considerado patrimônio cultural do Rio Grande do Sul e acontece desde 1971. Foi nesse festival que músicas como ‘Desgarrados’, ‘Esquilador’, ‘Guri’ e ‘Florêncio Guerra e seu Cavalo’ ficaram eternizadas como clássicos da música gaúcha. O que muitos não sabem é que Alvorada já teve um representante no evento.

Isso porque, em 2003, durante a 32ª Califórnia da Canção Nativa, Leandro Berlesi escreveu a música ‘Beira d’Estrada’, que foi uma das finalistas e está disponível no álbum daquela edição do festival. Contudo, essa não foi a primeira vez que o alvoradense foi até Uruguaiana para acompanhar a Califórnia. Onze anos antes ele havia viajado com amigos para acompanhar o evento.

Ele conta que sempre ouviu falar que os clássicos vinham de Uruguaiana e por isso foi até lá para assistir o festival. “Onze anos depois daquele festival, eu inscrevi uma música na Califórnia. O nosso trabalho era inovador e, mesmo sem sermos premiados, nós recebemos coisas que valiam muito mais. Fomos elogiados por nomes como o de Colmar Duarte, que é um dos criadores do festival”, salienta Berlesi.

Segundo o cantor, a música inscrita era o primeiro xote cantado e sem gaita que havia participado da Califórnia da Canção Nativa. Além disso, o grupo optou por fazer uma espécie de teatro em cima do palco. Isso porque Berlesi não apenas cantou, mas também atuou na música ao lado de outros integrantes. Tudo isso para entregar um produto diferente dos outros.

Ele conta quando veio a ideia de atuar na canção ao invés de apenas canta-la. “A nossa música era muito diferente e fugia do padrão. A gente levou um xote que contava uma história com início, meio e fim. Era um conjunto de coisas que as pessoas acharam interessante para aquela edição da Califórnia. Foi depois da primeira fase que decidimos representa-la ao invés de apenas cantar”, explica o alvoradense.

Apesar de não ter vencido a Calhandra de Ouro, a música está no álbum e isso é motivo de orgulho para o compositor. “Essa Califórnia teve duas classificatórias antes e nós passamos pelas duas. Então, quem chegou em Uruguaiana, já estava no CD. A Califórnia faz parte da história da música gaúcha e, se um dia, alguém escrever um livro sobre isso, o nosso nome estará na história da música do Rio Grande do Sul”, confessa o cantor.

Depois de estar entre os finalistas, o reconhecimento dentro do meio foi imediato. Berlesi explica que o seu público e trabalhos, principalmente envolvidos com invernadas, cresceu muito após o festival. Em Alvorada, o músico foi considerado o destaque da cidade e recebeu a medalha da Prefeitura e do MTG. Isso no final daquele ano de 2003.

Contudo, mesmo antes desse reconhecimento, o artista vive exclusivamente da música. Ele começou a tocar em CTG’s em 1998 como um trabalho paralelo, mas desde 2000 Berlesi vive somente da música. Isso tocando em bailes, apresentações de invernadas e em eventos e estabelecimentos comerciais. Isso mesmo na pandemia, onde tocou durante bastante tempo no Max Center.

Só que, mesmo assim, o impacto da pandemia foi enorme. “No dia 15 de março eu participei de um festival, um baile e dois rodeios. Depois disso parou tudo e todas as atividades foram canceladas. Com isso, houve alguns exemplos de CTG’s que seguiu pagando seus músicos, mas nem todos tem condições. O que me salvou na pandemia foi tocar no Max Center”, relata o alvoradense.

Para o futuro, o músico projeta o lançamento de seu novo álbum – algo que não acontece há 14 anos, quando ainda estava no grupo Beira d’Estrada – que já está em produção. “Eu vou estar vivo quando acabar a pandemia. Posso estar mais magro, mas estarei vivo e com CD novo. Vivo eu nem tenho tanta certeza (risos), mas certamente com um CD novo”, finaliza Berlesi. 

Fonte! Chasque publicado nas páginas do Jornal A Semana de Alvorada (RS), edição do dia 24 de dezembro de 2020. Também acessível nos potreiros da Internet clicando em http://www.jornalasemana.net/noticias/cultura/o_alvoradense_que_tem_sua_musica_em_um_album_da_california_da_cancao_nativa/9107

Coluna Tradição e Cultura do Jornal A Semana de Alvorada (RS) - 24.12.20

 "Semeando a paz" é tema de Natal do MTG

        O Movimento Tradicionalista Gaúcho divulgou seu tema de Natal. "Semeando a paz" foi composto por Leandro Berlesi para marcar a participação do MTG na campanha "Natal do Bem", uma das maiores ações solidárias do estado, que tem o objetivo de recolher alimentos a quem tem fome.

 Além de valorizar os artistas de musicais de invernadas de dança, a canção também simboliza todas as ações sociais de das entidades filiadas, realizadas durante o ano, especialmente para amenizar os efeitos da pandemia. A interpretação é do Berlesi, com Alci Vieira Jr (que também fez os instrumentais), Ricardo Mattos e participação da Camerata Grupo Musical (Leonardo Pinho, Priscila Olave, Leandro Araújo e Lucas Oteiro). Chasque de Sandra Veronese, da Assessoria de Imprensa do MTG.

Chamamé! Patrimônio imaterial da humanidade

Créditos! https://www.enfoquems.com.br

         O chamamé, tradicional música e dança do nordeste argentino, foi declarado nesta quarta-feira (16) Patrimônio Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

 Reunido por videoconferência, o Comitê do Patrimônio da Unesco, sob a presidência da Jamaica, aprovou o expediente proposto pelo Estado argentino.

“O chamamé põe em destaque toda uma série de valores essenciais: o amor à terra onde se nasceu e sua flora e fauna; a devoção religiosa; e a ñande reko guarani, quer dizer, a ‘forma de ser e de estar’ dos humanos em harmonia com a natureza e a espiritualidade”, diz a descrição desta manifestação cultural na página do organismo na internet.

A música e a dança, comuns nas celebrações comunitárias, festivas e religiosas na província argentina de Corrientes (nordeste) concorreu com 39 expressões culturais de vários países, entre eles o reggae da Jamaica, as parrandas cubanas, as tamboradas espanholas e o Mwinoghe, dança festiva do Malauí.

“Hoje ressoa em todo o mundo o sapucay de Corrientes, flui pelo (rio) Paraná e no sangue de todo o seu povo. O Chamamé é Patrimônio da Humanidade!”, comemorou em um tuíte o governo argentino, postando um vídeo de um casal dançando ao ritmo desta música festiva, cujo instrumento principal é o acordeão.

O sapucay – palavra em guarani que significa som ardente, que manifesta emoções intensas – é um grito prolongado e agudo, característico do chamamé, que pode significar alegria ou raiva, vitória ou rebeldia.

“Para todos os que amamos o chamamé, hoje é um dia de comemoração e júbilo”, comemorou o ministro da Cultura, Tristán Bauer, em um comunicado.

Raúl Barboza, Ramona Galarza, Chango Spasiuk, Teresa Parodi, Peteco Carabajal, Antonio Tarrago Ross são alguns músicos ‘chamameceros’ de destaque.

Gabriel Romero, presidente do Instituto Provincial de Cultura de Corrientes, disse que o chamamé é “uma manifestação cultural que não distingue classes sociais e que tem celebração própria: a Festa Nacional do Chamamé”, comemorada entre 15 e 24 de janeiro próximos.

“O chamamé tem a mensagem da fraternidade e da integração. Nos une em uma grande nação ‘chamamecera’ com parte do Brasil, Paraguai e Uruguai. O chamamé é patrimônio vivo que nos enlaça e nos identifica”, disse Romero. Chasque do meu amigo Léo Ribeiro de Souza: www.blogdoleoribeiro.blogspot.com

Valdemar Engroff

sábado, 19 de dezembro de 2020

Família mobilizada para auxiliar menino Daniel

Garoto de 10 anos precisa de uma prótese de R$ 40 mil

Foto: Reprodução / OA

R$ 40 mil, este é o valor de um presente para o menino que completou 10 anos esta semana, no dia 16 de dezembro. Daniel Fortes, morador do bairro Salomé, há um ano trata um tumor na perna esquerda. Em novembro de 2019, enquanto brincava, fraturou o fêmur esquerdo. No Hospital Cristo Redentor recebeu o diagnóstico de cisto ósseo aneurismático, uma lesão benigna rara. Mas após seis meses houve uma alteração, percebida em tomografia, e o menino foi encaminhado para a oncologia. Havia necessidade de transplante ósseo, que foi realizado em agosto, mas ainda assim os problemas progrediam e surgiu o osteossarcoma nível três, tumor iniciado nas células dos ossos na fase mais agressiva.

A solução foi a amputação da perna, na altura do quadril, em novembro. O próximo passo, é a aquisição de uma prótese, em que a família está empenhada em adquirir. O custo é de cerca de R$ 40 mil.

A que Daniel precisa é um equipamento apoiado na cintura, que possibilitará que ele volte a caminhar. Para isso foi organizada uma campanha, com vaquinha online, rifas e doações espontâneas, que já chegou a 35% do objetivo total.

Além de Daniel, o casal Daniele e Maximiliano Pires, têm mais três filhos. A mãe, corretora de imóveis autônoma, esta desempregada e o pai trabalha como motorista de aplicativo.

Quem quiser ajudar pode acessar a vaquinha on-line ou entrar em contato pelo Instagram@ajudadaniel ou ainda pelo fone (51) 994.409.393, com o pai Maximiliano.

Fonte! Chasque publicado no sítio O Alvoradense, na data do dia 18 de dezembro de 2020. Abra as porteiras clicando em https://oalvoradense.com.br/familia-mobilizada-para-auxiliar-menino-daniel/